5 de Outubro: 108 anos depois

Featured

Todo o comum Português já ouviu falar sobre esta data, o que nunca ouviu foi a verdade sobre a mesma.

Até 1910, o 5 de Outubro era lembrado por todos como o dia de fundação desta grande pátria Lusitana. Hoje em dia costuma-se afirmar que quem não sabe a data do Tratado de Zamora, 1143, não é bom português. Na verdade, um bom português sabe não só o ano como o dia de fundação deste nosso Portugal, 5 de Outubro de 1143.

O início do século XX em Portugal foi marcado por uma constante instabilidade política que só teve término com o início da Ditadura Militar, em 1926. Das crises políticas e económicas, ao Regicídio, à Primeira Grande Guerra, ao assassinato de Sidónio Pais, Portugal deambulava pela a amargura da instabilidade e pelas ruas da tristeza.

Mas para explicar o maior foco de instabilidade, iremos viajar no tempo até o dia 1 de Fevereiro de 1908, dia da morte do Rei D.Carlos I e do príncipe Luís Filipe. O clima de tensão política gerado pelo governo de João Franco contribuiu para uma escalada de violência por parte dos partidos da oposição, escalada esta aproveitada pelo pequeno partido republicano, composto por membros da maçonaria e da organização terrorista Carbonária, que havia conseguido nas anteriores eleições menos de 10% dos votos. Ao desembarcar, na Praça do Comércio, do barco a vapor “D.Luís”, retornada de uma estadia de inverno em Vila Viçosa, a família Real, pronta para retornar a casa, é surpreendida por um atentado terrorista que tirou vida a D.Carlos e D.Luís Filipe. Curiosamente, momentos antes, ao desembarcar, D.Carlos recusou segurança extra, ao veículo em que iria viajar para o interior de Lisboa, de modo a ter uma maior proximidade com o povo, proximidade esta da qual Manuel Buíça adquiriu proveito para deliberadamente tirar a vida ao monarca Lusitano.

Após o Regicídio, D.Manuel II assumiu o trono e pediu, por confessada falta de experiência, ao conselho, uma opinião sobre o que se havia de fazer com o governo. O conselho deu a sua opinião a El-Rei e este dissolve o governo de João Franco, formando o conhecido “Governo de Acalmação”, dando um argumento aos republicanos de que eles haviam conseguido terminar a ditadura de Franco. Pelas palavras do Rei inglês Eduardo VII : “Então que raio de país é esse, em que se mata um rei e um príncipe e a primeira coisa que se faz é demitir o ministério? A revolução triunfou, não é verdade?”. O período que precedeu este evento da nossa história foi marcado por um crescimento económico e diminuição da dívida pública, mas ao mesmo tempo foi também marcado pela agitação e confusão política.

Chegamos então ao dia 5 de Outubro de 1910, dia em que, CONTRA A VONTADE DEMOCRÁTICA DO POVO DE PORTUGAL, se substitui o regime mais Português pelo regime mais político, dia em que se substitui o azul e branco, as cores de Afonso, pelo verde e vermelho, às quais são falsamente atribuídas os significados de “esperança” e de “sangue derramado pela Pátria”, quando na verdade estas eram as cores da Carbonária, do Iberismo, a verdadeira representação da perda de soberania, algo que o regime republicano conseguiu em Portugal.

5 de Outubro, o dia do nascimento e da “morte” do Reino de Portugal. Contra a vontade de Afonso Henriques, e a vontade daqueles que a nobre Pátria edificaram, os revoltosos saíram às ruas de Lisboa, acompanhados por divisões do exército, para proclamar ilegalmente, por via de Golpe de Estado, a república. O Palácio das Necessidades, onde se encontrava o Rei, começava a ser bombardeado por tropas republicanas. D.Manuel II seria aconselhado, contra a sua vontade, a ir para o exílio e deixar o país. Por toda a cidade as tropas Reais ofereceram resistência, mas mesmo assim os políticos republicanos, devagar se aproximaram, como ratos, da câmara Municipal para proclamar o novo regime.

O resto é história. Mentiras, difamações, meias verdades foram ditas ao povo sobre esta data ao longo do último século de forma a proteger aquilo que a verdade não consegue proteger mas sim a mentira, de modo a proteger o regime que se “parte” em três fases, a desordem (Primeira república), o progresso não democrático (Segunda república) e ,por fim, o actual regime (creio que cada um de nós tem uma denominação própria de conotação negativa para este mesmo). Pela verdade: Viva O Rei!

Miguel Nunes.

 

Anúncios

Bolsonaro é eleito Presidente do Brasil

Foi uma longa caminhada, cheia de obstáculos pontiagudos e acusações aguçadas, mas Jair Bolsonaro sobreviveu a todas e estas apenas o fizeram mais forte.

Screenshot_20181029-163014__01O candidato de Direita do PSL, Jair Messias Bolsonaro, ex-militar e Deputado Federal há quase 30 anos venceu ontem, dia 28 de Outubro de 2018, as eleições Presidenciais da República Federativa do Brasil com cerca de 55% dos votos, vencendo assim Fernando Haddad, candidato do PT, que por sua vez obteve cerca de 44% do eleitorado Brasileiro. De salientar que foram 57 milhões de eleitores escolheram Bolsonaro como a sua opção para Presidente da República (cerca de 10 milhões a mais que os que votaram no candidato do PT) .

casa-bolsonaro-1500-28102018191823407.jpeg

Milhares de Brasileiros aguardavam à frente da casa do candidato a sua tão antecipada vitória, o clima festivo foi ao rubro quando se declarou o esperado : Jair Messias Bolsonaro é o novo Presidente da República Federativa do Brasil.

Após a vitória foram muitos os líderes mundiais a mandar cumprimentos e os parabéns. Entre eles estão : Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos da América, Mário Benitez, Presidente do Paraguai, António Costa, Primeiro-ministro de Portugal e, por grande surpresa nossa, Nicolas Maduro, que desejou um bom governo a Jair Bolsonaro.

Michel Temer, Presidente em fim de mandato, parabenizou o Presidente Eleito e declarou nas redes sociais que a transição entre governos será iniciada já esta segunda-feira ,culminando com a tomada de posse de Bolsonaro dia 1 de Janeiro de 2019. Segundo Temer, o Deputado Federal Bolsonaro mostrou-se muito entusiasmado com a nova tarefa e fez um discurso de união.

Entretanto na sua rede social, Jair Bolsonaro agradeceu o voto de confiança e mostra mais uma vez o seu cumprimisso perante a Nação Brasileira.

Perante esta realidade que é esta grande mudança de paradigma na política  Brasileira, uma verdadeira revolução (ou contra-revolução, dependendo da perspectiva), concluímos que não é necessário ter grandes fundos partidários, não é necessário ter campanhas bilionárias e ser deshonesto e corrupto, não é necessário o apoio total dos media e o favorecimento dado por um sistema de ensino manipulador, apenas a vontade de um povo desperto chega para combater todas as mentiras.

Ao contrário do que a Comunicação Social diz no mundo, Bolsonaro é a derradeira Democracia e a derradeira esperança.

Esteve, está e sempre estará nas nossas mãos acordar o nosso povo. Não existe nada mais importante que isso, o despertar de uma Nação.

Que os portugueses aprendam com os Americanos, os Húngaros, os Polacos, os Austríacos, os Paraguaios, os Argentinos, os Colombianos, os Italianos, os Brasileiros e todos os povos que começam a abrir o olho e a conquistar a largos passos a sua maior prioridade, a sua Pátria.orcl-qual-c3a9-a-maior-bandeira-do-brasil_home.png

“Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos.”

Este é o novo lema do Brasil, um lema que ficará para a história. Cabe-nos a nós, Portugueses, aprender com ele.

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”

João 8:32

-Miguel Nunes

“Não servem, são fracos”

Existe uma crescente onda de “direita” em Portugal. Uma “direita” que duvida da própria direita. Uma facção política que obedece a ideais mais liberalizados mas que se introduz, no cenário político, misturada com a direita conservadora.

A “direita” de que falo tem muitas necessidades e anseios, uma ambição desmedida e, tal como a esquerda, procura monopólizar o seu próprio quadrante político, através de críticas não construtivas e difamatórias a este mesmo, causando uma consequente divisão.

Aproveitando a subida mundial dos conservadorismos e nacionalismos, esta “direita”, como uma neoplasia, uma proliferação anormal, autónoma e descontrolada de um determinado tecido do corpo, mais conhecida como tumor, espalha-se pelo organismo partidário. Uma neoplasia pode ser benigna ou maligna. Uma “direita” liberal é uma neoplasia maligna.

Esta ” direita”, este cancro, é tão mas tão fraca que um safanão acaba com ela.

São aberrantes, desprovidos de qualquer visão, totalmente dependentes do fracaso dos outros e não do seu próprio trabalho. Não se regem sob regras e conceitos bem definidos. Deambulam pelas ruas com uma falta de coragem imensa. Opiniões tipicas de oposição controlada…

Não servem, são fracos. São muitos,mas não são de direita. São uma “esquerda confusa” o que os torna ainda piores que a dita esquerda.

Não servem, são fracos.Não servem porque são um peso no sapato. São fracos pois deixam-se representar pelos mesmos que querem ser representados pelos valores liberais de esquerda.

Não servem, são fracos. Dizem mal de um lado e do outro, mas esquecem-se que, ao não contribuir para o crescimento da direita, ao apontar o dedo a esta mesma, estão, de toda a forma, a dar força à esquerda.

É a tal expressão :”Levam no ( dito cujo) e gostam”. E não me admira a mim que sejam representados, cá em Portugal, por um completo idiota…

Não servem, são fracos.

Miguel Nunes.