A Queda de Notre Dame: Morte do Cristianismo

Hoje cai um dos bastiões do Cristianismo na Europa e no mundo.

Não é coincidência, é uma dura realidade que me transtorna profundamente e que reflecte os anos e anos de um processo de alienação dos diversos povos europeus e de perda de património, tudo isto parece-me planeado perfeitamente para destruir a nossa cultura enquanto civilização (espero estar redondamente enganado).

Já se diz que foi um incidente, que não foi fogo posto nem nada do género. O que me deixa na dúvida, pois por norma os locais de construção desta envergadura são munidos de equipamentos de prevenção de risco como extintores e ferramentas de todo o tipo que facilmente apagam um fogo no seu início.
Se realmente foi fogo acidental, então há gente a processar. No entanto, fontes terroristas islâmicas já reclamam isto como uma conquista, como um prémio para a comunidade árabe radical na Europa.

Há cerca de um mês uma outra igreja foi ateada em Paris, hoje acontece um desastre semelhante. O mesmo se repete por todo este continente. Existem até os extremos casos de conversão, ou demolição, de igrejas para serem feitas em seu lugar mesquitas, algo autorizado de boa vontade pelos estados europeus e sem qualquer peso na consciência ou regulação que impeça empresas privadas de danificar o património histórico.
E não é preciso ir longe para ver até Estados a oferecer de boa vontade, e com o dinheiro dos contribuintes, esses ditos “templos sagrados” às comunidades minoritárias islâmicas. Basta ver a Lisboa de Medina, que de boa graça entrega uma mesquita aos muçulmanos residentes na cidade, ou o Portugal de António Costa, que se disponibiliza a albergar milhares de migrantes não tendo em conta a substituição demográfica que pode suceder a essa política.

Quem são os responsáveis pelo que se está a passar?

Existem duas comunidades a culpar:

-Os jornalistas: Por espalharem informações falsas e meias verdades, impondo o medo ao povo no que toca aos movimentos de defesa sócio cultural da Europa e da civilização ocidental (exemplo: Trump, Bolsonaro e Salvini), criando uma falsa narrativa que faz um covarde ataque a uma minoria parecer algo dantesco e, por oposição, um ataque à maioria algo considerado “dos nossos dias”.

-As elites políticas europeias: Por renegarem constantemente a cultura e a história devido a egoísmos ideológicos e agendas, lobbies partidários ou até mesmo mundiais e por se vergarem a grandes famílias da banca ou investidores com motivos coincidentes e igualmente dúbios, pouco humanos.

Posto isto, é de estranhar que os líderes europeus, independentemente da ideologia e com a excepção dos nacionalistas (os únicos que realmente se importam em sequer trazer estas questões à tona), se pronunciem acerca disto com meras palmadinhas nas costas e nenhuma solução eficaz para não só o que se passou hoje como o que se anda a passar pela Europa fora.
Ainda querem que o povo confie na classe tecnocrata europeia?

Cada dia cai uma Igreja na Europa e se ergue uma mesquita.

 

Miguel Nunes

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