A Unidade é a maior força, hoje e para Sempre!

 

Nós portugueses fomos sempre poucos,

mas enquanto soubemos ser todos

fomos sempre os bastantes! 

– José Hermano Saraiva

 

Ao longo destes anos de coisa pública, uma máquina de gestão insurrecta e ineficaz, bacoca e todos os pejorativos adjectivos que constam do léxico português e lhe possamos atribuir, o povo Luso viu em suas mãos um projecto de Nação que da apoteótica glória decaiu para uma uniformidade de divisões político-sociais a quem não cabe nem ao mais revolucionário dos correlegionários iluministas de Robespierre a profunda degeneração histórica que lhe é atribuída.

A um povo historicamente unido e victorioso como nosso não serve um projecto de políticas comezinhas, pouco ambiciosas e filosoficamente assentes naquela ideia ora muito humilde e providencial no papel, ora fatal o suficiente para um povo que, infeliz desgraçado, a veja ser aplicada por seus superiores e governadores nacionais, de que Portugal é nada mais nada menos do que um pequeno país a ser gerido a curto prazo por pessoas de pouca educação.

O pragmatismo que se acoplou a esta trágica formulação de Nação apenas acelerou o processo de decaimento civilizacional.

Está, e tenho em profunda consciência tomando-o como facto, na evidente hora de , àqueles que ainda nutrem de um pingo de humildade e dignidade, arrear pro lado os abutres metamorfoseados em homens da política nacional e a estrutura de Estado actual, inorgânico em tudo o que seja tacho e recanto do governo, incompatível com a Unidade dos portugueses, proclamar-mos como um só movimento, um Novo Cíclo para a Nação Lusitana.

Em nossos braços jorra Um Sangue, Uma Praxis, Um Propósito:

O de Cumprir Portugal.

Fomos nos últimos anos levados a pôr esta providencial missão de lado e envergar por aquela comezinha ideia colectiva, mas divisória e de artificiosa criação, que nos fora imposta pelos homens, se é que lhes podemos de caracterizar como tal, que provocaram o desaire nacional e puseram em casa a Paz e o legado dos que pela Pátria e o Império jorraram o Nosso Sangue.

Todos fomos consequência dessa ideia, afectados por ela.

No passado as pessoas, independentemente da classe e condição, foram levadas a servir-se umas às outras, respeitando humildemente os homens do louvor e os heróis nacionais. A imperial ideia de que “Todos Não Somos os Demais” era lei universal e desta ninguém era ousado a tomar como incerta a sua moral.

Hoje, volvidos os processos de desmantelamento do nobre e belo que caracterizava Portugal, a ação humana, a coroa Lusa, o Império e até a noção fixa do que era e é Português, tudo corrompido pelo relativismo moral, deparamos-nos com uma sociedade dividida, amoral e sem sentido de dever e líderes que, sendo sua causa e directa consequência, apenas a perpetuam.

No entanto, a esperança reside.

Podemos dizer que temos um sistema contra nós. Mas, na história de Portugal verificamos que de tão pouco importa a efemeridade das situações adversas quando comparadas com a grandeza de carácter dos Homens da Nação, os filósofos e os homens da acção que a reerguem nas horas negras da vida de Portugal.

Por estas razões não desespero e mantenho esta ideia minha de Nação firme, uma Nação gloriosa que por divina criação surgiu e por divinos actos deu ao mundo novos mundos, uma Nação que actualmente não o é, no que consta ao que outrora foi, mas que ainda vê em seus braços armados, os portugueses, um luminoso raio de esperança.

Juntos ateámos uma chama que as eras não irão corromper, recuperemos essa mesma e começaremos um grande movimento que o mundo ainda não vira. Brilhará de novo em todos os corações um caminho patriótico, um dever que inspirará milénios e milénios de gerações a lutar pela sua Pátria.

Estou certo que esta é a Hora e o momento para escrever estas palavras de inspiração é agora, estando certo também que no futuro os Homens olharão para nós e dirão que por Portugal e pela civilização Ocidental nós tínhamos razão.

Se Hoje somos Nevoeiro, estou certo que, com a acção e ímpeto necessários,  Amanhã seremos o Barro que fertilizará esta Terra.

 

Vis Unita Maior Nunc et Semper

In Hoc Signo Vinces

 

 

Miguel Nunes

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