Onde vamos, sem calor? Sem a ilusão? Perdidos enquanto pátria e fraterno colectivo de interesses?

Somos, actualmente, uma nação sem valor, do qual resta o vazio e a dor, a saudade e a amorfa concepção social onde o cinismo tóxico substituiu o idealismo patriota, a noção estóica e individual do dever nacional.

Chegou o momento de uma nova primavera, onde lutaremos por um novo dia. Unidos lutaremos pelas nossas montanhas, nossos rios, unidos pelo azul do nosso mar, a vida e seu destino, pelo que diz respeito ao futuro e a humanidade, pela nossa pátria mãe, os que morreram por ela, para que aqueles ainda não nascidos se possam futuramente sacrificar pela mesma.

Esta nova primavera não se subjuga a materialismos temporais, esta juventude é mero estado de espírito, pelo que reinará de dentro de nós através das areias dos tempos, até que nossos defuntos corpos apodreçam e com isso surjam novas vidas.

Os nossos corações marcham pela natureza, pelo que nos é esotérico e orgânico.

Consagremos em saúde uma nova geração patriótica, com a esperança e devoção de nossos avós e a vivacidade jovem que tanto caracteriza o futuro.

Se nos acusam que somos jovens, dizem que não se podem solucionar as preocupações dos muitos com o entusiasmo dos poucos, ao que lhes digo: Se nosso entusiasmo transbordar a todos os portugueses, arrastará com ele todos aqueles que amparados em seus anos e experiência pretendem hipotecar o amanhã, um amanhã que nos pertence!

Está então na hora de configurar um movimento jovem, lutar contra a Roda Viva do regime.

Esta Roda Viva, que nos trucida e retira a voz activa, o nosso destino próprio, a aurora da paz e estabilidade, é nada mais, nada menos, que a troca de poder corporativo entre aqueles que, indiferentes a Portugal, estabeleceram uma dramática politeia, os homens da política partidária, facilmente promovidos e despromovidos, controlados pelo pragmatismo tóxico e desmotivado da Terceira República, uma elite inorgânica de irresponsáveis motivados pelo ego e interesse próprio, que não nos representam.

Cultivaremos para que as nossas gerações vindouras possam colher uma sociedade de filósofos.

Para isso teremos que substituir meticulosamente esta elite de efervescente incompetência e este regime acentuado pela incapacidade dos poucos face à necessidade de todos, os caracteres estabelecidos por forças que visam controlar o que é belo e humano.

Resistiremos e lutaremos, até que a nossa missão seja cumprida e nossos objectivos alcançados.

 

 

In Hoc Signo Vinces,

Miguel Nunes

 

 

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